Executiva news
41,3% das executivas têm cabelos curtos. A maioria, porém (58,7%), os possui longos.
GANHANDO TERRENO NA WEB
Com a grande projeção das redes sociais, a busca por empresas especializadas que possam colocar as respectivas marcas como referência em sites de busca como o Google e em mídias mais importantes da Internet vem crescendo rapidamente. "As corporações buscam agências para realizar esta atividade, terceirizam porque muitas vezes não existem profissionais dentro de suas próprias equipes prontos para lidar com esta nova forma de abordagem de marcas em redes sociais e sites de relacionamento", explica o diretor da AgênciaDot, Murilo Cardoso, e completa: "As empresas devem sim continuar investindo em branding, em mídias tradicionais, mas também precisam atentar-se de como suas marcas estão sendo discutidas no mundo virtual".
AUMENTO NO SETOR INDUSTRIAL
A Fundação Getúlio Vargas (FGV) realizou um estudo que aponta bons índices para o setor industrial em 2010. Segundo os dados do relatório, a previsão para a indústria brasileira é que aumentem consideravelmente seus investimentos na área. 48% das empresas consultadas afirmam que pretendem ampliar seus negócios e apenas 17% projetaram uma diminuição no valor dos aportes. Entre os aspectos que indicam a expectativa de crescimento estão: a elevação da renda, a prorrogação da redução do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) e as condições favoráveis de crédito.
COPA 2014
Ao longo do ano, a Secretaria Especial de Portos espera liberar em torno de R$ 677 milhões para construção, reforma ou ampliação de terminais turísticos portuários de sete dos 12 estados que serão sede dos jogos da Copa do Mundo de 2014 no Brasil. Os recursos serão destinados ainda a obras de melhoria nas vias de acesso terrestre e na infraestrutura portuária, como a ampliação de cais e a implantação de defensas para atracação de navios.
Segundo informou a assessoria da secretaria, a proposta de investimentos está sendo analisada pela Casa Civil e aguarda aprovação presidencial. O projeto destina a maior parte dos recursos, cerca de R$ 299 milhões, para o Rio de Janeiro, onde serão construídos três novos piers. Em seguida, vem o Porto de Santos, cuja obra de realinhamento de 1.500 metros do cais e a implantação de 3,5 quilômetros de via interna de acesso ao terminal vai custar cerca de R$ 114 milhões.
EMPRESAS NÃO TÊM UM PLANO EFICAZ DE SUCESSÃO DE LÍDERES, GARANTE PESQUISA
Para 64% dos executivos brasileiros, as companhias em que atuam não possuem um plano de sucessão bem estruturado e definido de seus principais líderes. Esta é a conclusão do mais recente Executive Quiz, estudo conduzido pelo Korn/Ferry Institute, que avaliou a percepção de executivos de mais de 90 países em relação à preparação das companhias para a sucessão de seus diretores e presidentes.
A pesquisa mostra que a percepção dos executivos brasileiros acompanha a visão dos líderes globais 59% apontam que suas companhias também não têm plano de sucessão bem definido. Sobre o risco da operação sem plano de sucessão, 68% acreditam que a saída do CEO seria extremamente ou de alguma maneira prejudicial à companhia. Apenas 21% avaliam que não haveria impacto negativo, enquanto outros 11% apontam que a saída traria benefícios à corporação.
Para os brasileiros, os resultados seguem a mesma tendência: 72% avaliam como prejudicial para os negócios a troca do CEO, outros 18% acreditam que a mudança não seria de todo mal, e apenas 10% crêem que a movimentação trará benefícios à companhia. Em relação à própria posição na empresa, 56% afirmam saber quem assumiria seu posto no caso de sua saída da companhia. No Brasil, o índice é um pouco maior, chegando a 65% dos entrevistados.
A boa nova é que embora inseguros em relação aos planos de sucessão de suas companhias, os executivos entrevistados demonstram confiança diante da possibilidade do sucessor do atual CEO ser preparado previamente para assumir o posto. Dos entrevistados, 59% afirmam saber quem assumirá a presidência de sua empresa, caso o principal executivo deixe o cargo hoje. Para os brasileiros, essa marca chega a 80%.
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